sábado, 20 de setembro de 2008

Sexo Drogas e Rock n Roll














Sexo drogas e rock n roll vêem acompanhados de uma carga negativa imensa, é algo pejorativo e nada digno. Não pertence a Deus e não pode estar contido na sociedade. Mas está. E não faz mal algum para quem sabe usá-los, pelo contrário, em quantidades certas faz muito bem à vida, ao espírito. É possível curtir o Sexo e não ser uma puta, escutar o Rock e não ser um malandro, usar as Drogas e não ser viciado, e ser responsável.

O que faz mal não é a trilogia e sim o Excesso. Tudo em excesso é prejudicial. Só porque existem viciados, as drogas têm que ser ilegais? Porque a comida não, já que a obesidade é o maior problema de saúde da atualidade e atinge indivíduos de todas as classes sociais?

Falta de respeito, preconceito, hipocrisia e corrupção é que deveriam ser condenados. Todos deveriam ter pudor deles e não do Sexo. “Informação sobre o sexo protege o sexo”. Porque tanto caos e vergonha ao pronunciar (ou sussurrar) essas quatro letras? Sexo é bom (excelente!) e necessário. É instintivo e responsável pela diversidade e proliferação da vida e pelo prazer (recomendo).

O Rock, menino revoltado e cheio de raiva, porém não é irresponsável. Visual agressivo (ta, algumas vezes assustador), boca suja e uma mente incrível. Ele é o espelho da sociedade e mais, não só mostra para as pessoas quem elas são como também o que fazem e as conseqüências terríveis de seus atos, por isso, é rejeitado. As pessoas provaram delas mesmas e não gostaram. Colocaram a culpa no roque. Pronto, resolvido o problema. Ele é o culpado por sua filha fumar, pelo seu filho ser homossexual, por seu neto ser drogado, por sua sobrinha ter AIDS.

Uma vez no rock, para sempre.
Uma vez no sexo, toda hora.
Uma vez nas drogas, ...

Um comentário:

Caíque Pinheiro disse...

Charbonelle, te amo demais. Quero te encontrar hoje, no mesmo local e hora de sempre, também com o mesmo sigilo.

Ass.: Ureides.