Ela exalava o desejo mortífero, inocente, consciênte. Inerente à minha vontade, a linguagem visual me contaminava. Não era necessária a imaginação, pois sua expressão subjetiva transportava minha alma, decodificava todos os fatores estimulantes. Era difícil entrar em seu Universo misterioso, porém fácil absorver a tridimensionalidade que se misturava à realidade.
Tudo o que via era construído pela minha mente?
Tudo o que sentia era manipulado por seus signos?
Sentido fenomenal X relacional!
Cor inexistente, complementar, iludida de objetos impossíveis, familiares e sensuais. Paisagem urbana complementar.
A gradação da luz difundia com seu cheiro singular, impossível de tocal, mas macio de penetrar. Não havia processo químico-físico na luz. Embora quase invisível, se revelava ao poucos...
Um comentário:
influências de PPF nesse conto 8D
gosteis!
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