segunda-feira, 8 de junho de 2009

Red Lines

Ela exalava o desejo mortífero, inocente, consciênte. Inerente à minha vontade, a linguagem visual me contaminava. Não era necessária a imaginação, pois sua expressão subjetiva transportava minha alma, decodificava todos os fatores estimulantes. Era difícil entrar em seu Universo misterioso, porém fácil absorver a tridimensionalidade que se misturava à realidade.

Tudo o que via era construído pela minha mente?
Tudo o que sentia era manipulado por seus signos?
Sentido fenomenal X relacional!

Cor inexistente, complementar, iludida de objetos impossíveis, familiares e sensuais. Paisagem urbana complementar.

A gradação da luz difundia com seu cheiro singular, impossível de tocal, mas macio de penetrar. Não havia processo químico-físico na luz. Embora quase invisível, se revelava ao poucos...

Um comentário:

Unknown disse...

influências de PPF nesse conto 8D


gosteis!